Descubra o que é o Dogecoin e como investir


Definição e História do Dogecoin

Dogecoin é uma criptomoeda descentralizada, de código aberto e que tem sua própria blockchain. A diferença de outras criptomoedas como Bitcoin ou Ether, que foram criadas para propósitos bem específicos diante de problemas do mundo real, dogecoin tem um origem um tanto peculiar: surgiu em forma de brincadeira e a partir de um meme.

Meme Dogecoin

O meme que deu origem ao dogecoin é conhecido popularmente como doge. A imagem mostra um cão da raça Shiba Inu com frases sobrepostas, geralmente expressando algo em tom de humor ou ironia.

Embora no início seja considerado um projeto pouco sério ou “de brincadeira”, a chamada “criptomoeda meme” conseguiu se posicionar no Top 10 do mercado graças ao apoio de sua comunidade e de figuras internacionais como Elon Musk e Snoop Dogg.

Seus seguidores a caracterizam como uma “criptomoeda amigável”, com taxas baixas, mineração não competitiva e o apoio de um grupo de pessoas com boas intenções.

dogecoin meme

Legenda: Uma variante do meme do dogecoin, popular na internet há uma década. Fonte: Wikipedia.

Quem criou o Dogecoin?

Dogecoin foi projetado pelos engenheiros de sistemas Jackson Palmer e Billy Markus e foi lançado publicamente em dezembro de 2013.

A intenção destes especialistas em tecnologia era que a criptomoeda fosse uma sátira do nascimento de todos os tipos de altcoins (criptomoedas que não são bitcoin) com pouco valor.

Eles criticavam o fim meramente especulativo que muitas destas criptomoedas tinham e, quase sem querer, deram forma ao dogecoin como uma brincadeira em relação a esse fenômeno.

História dos fundadores do Dogecoin

Palmer, que trabalhava na Adobe naquela época, foi o responsável pela ideia. Primeiro começou com menções à ainda inexistente “dogecoin” no Twitter: “Certamente é a próxima grande coisa”, escreveu.

O piada foi tão bem recebida que ele decidiu criar o site dogecoin.com. A página teve tanto sucesso que Markus, engenheiro de software da IBM, entrou em contato com ele para dar forma a essa criptomoeda “amigável” e “engraçada” que começou como uma brincadeira.

Jackson Palmer abandonou o projeto Dogecoin em 2015. Este desenvolvedor não só se afastou da indústria das criptomoedas, mas também “ataca” publicamente cada vez que tem a oportunidade. Em maio de 2022, ele afirmou que gostaria que o mundo das criptomoedas desabasse porque elas permitiram que as pessoas ganhassem dinheiro “sem fazer nada”.

 Palmer e Markus, criadores do Dogecoin em 2013

Legenda: Palmer e Markus, criadores do Dogecoin em 2013. Fonte: Marketwatch.com /The Sun

Por sua vez, Billy Markus também criticou a existência de projetos pouco sérios que apenas buscam captar o dinheiro dos investidores, dos quais uma grande maioria “não sabe do assunto”, de acordo com suas palavras. Embora já não participe do desenvolvimento da criptomoeda, reconheceu fazer parte da comunidade Dogecoin (como mostra em seu perfil no Twitter sob o pseudônimo Shibetoshi Nakamoto) e admitiu ter 220.000 DOGE. “Defenderei aqueles que considero que melhoram ativamente o espaço”, escreveu em sua conta do Twitter.

Dogecoin tem dono?

Independentemente das intenções originais de seus criadores, o dogecoin saltou para a popularidade massiva em 2020, após vários anos sem sobressaltos.

Nesse momento, uma forte comunidade foi criada através das redes sociais para apoiar a criptomoeda, erguê-la como uma de suas favoritas e contribuir com dinheiro para adquiri-la.

No entanto, apesar da existência desta grande quantidade de pessoas que se ocupam do manutenção e suporte do Dogecoin, a rede e sua criptomoeda não têm dono. É uma iniciativa descentralizada e, como tal, ninguém tem o controle absoluto.

No início de 2023, a comunidade de desenvolvedores do Dogecoin, denominada Dogecoin Core, é liderada por Ross Nicoll.

Ele é acompanhado nesta organização por Michi Lumin e Maximilliam Keller.

Grande parte do sucesso do dogecoin, que hoje é uma das 10 principais criptomoedas do mundo, deve-se a essa explosão de popularidade. A “criptomoeda meme” tornou-se um fenômeno que chegou até as esferas mais altas do mundo corporativo e artístico.

Exemplos disso são o empresário Elon Musk, o rapper Snoop Dogg e o cantor e baixista da banda de rock Kiss, Gene Simmons.

Qual é a relação entre Elon Musk e dogecoin?

Elon Musk, cofundador do Paypal e diretor de empresas como Tesla, SpaceX e Twitter, é uma das personalidades massivas que se juntou à comunidade que apoia o dogecoin. Claro está, sua influência tem muito mais peso, e muitas de suas declarações em relação à criptomoeda têm “bombeado” seu preço para cima.

O americano tem seus argumentos para confiar no dogecoin. Em diálogos com diferentes meios de comunicação, ele destacou como o Dogecoin multiplica a velocidade de transações do Bitcoin e a forma como reduz consideravelmente as taxas que devem ser pagas para usá-lo.

Por isso, o considerado como um dos homens mais ricos do mundo chegou a brincar com o título de “CEO do Dogecoin” que a comunidade lhe concedeu através de uma enquete (na qual arrasou) em um “April Fools Day”.

Mas ele também apoiou ações concretas. Em 2021, Musk anunciou que as concessionárias Tesla aceitariam pagamentos em dogecoin. Assim, a criptomoeda teve um aumento estratosférico até máximos históricos em seu preço. Pouco depois, caiu estrepitosamente quando o empresário a chamou de “uma fraude” em um sketch televisivo no Saturday Night Live.

Mais tarde, Musk também garantiu que merchandising da sua empresa SpaceX pode ser adquirido pagando com dogecoin. Novamente, isso teve um impacto na cotação do criptoativo, embora com um efeito menor do que no ano anterior, possivelmente devido ao mercado de baixa que a indústria atravessou em 2022.

Como se isso não bastasse, Elon Musk não fechou as portas para que o serviço de internet por satélite que está desenvolvendo, Stairlink, possa ser pago com dogecoin no futuro.

Como funciona o Dogecoin?

Para começar, é preciso explicar que dogecoin é um criptoativo descentralizado. Isso significa que não existe uma única entidade que o controle. Em vez disso, é regido pelo próprio código da criptomoeda (que é aberto e, portanto, qualquer um pode auditá-lo e testá-lo). Esse código é uma derivada do código do Bitcoin.

Dogecoin é uma bifurcação do Luckycoin (uma criptomoeda que já não existe), que por sua vez é uma bifurcação do Litecoin, a primeira bifurcação do Bitcoin.

As bifurcações consistem na criação de um projeto (nesse caso, criptomoedas) que têm o mesmo código de origem que outro, mas se dividem em dois projetos diferentes em um ponto determinado. Assim, cada um segue seu próprio caminho sem afetar o outro.

Dogecoin tem sua própria blockchain

Ter uma rede própria significa que essa criptomoeda tem um livro contábil distribuído no qual são registradas as transações e os saldos de todos os endereços. Cada nó do Dogecoin, dos quais há 850 em todo o mundo, possui uma cópia desse livro contábil, que é atualizado a cada 1 ou 2 minutos.

Os nós são essenciais para permitir a descentralização de um projeto, pois nenhum deles pode modificar ou excluir dados de forma arbitrária e sem o consenso dos outros. Da mesma forma, uma falha ou interrupção do funcionamento de alguns poucos nós não afetará a rede, tornando-a mais descentralizada.

Para diferenciar entre Dogecoin como rede e dogecoin como criptoativo, a primeira é escrita com letra maiúscula inicial, enquanto a segunda é escrita com letras minúsculas. Quão seguro é o Dogecoin?

Assim como em outras redes, como o Bitcoin ou Litecoin, os blocos que compõem a blockchain do Dogecoin são criados por meio de um mecanismo chamado prova de trabalho.

Para isso, um grupo de pessoas, chamadas mineradores, oferecem seus computadores para resolver equações complexas e assim decifrar o hash (código) que permita validar transações e adicioná-las para sempre à cadeia.

Os mineradores são essenciais para determinar a segurança do Dogecoin como rede. Isso se deve ao fato de que, à medida que mais mineradores se juntam e o poder de computação da rede aumenta, torna-se mais difícil para um ator malicioso reunir um poder de processamento majoritário e assim controlar a rede. Esse tipo de ataque é chamado de “ataque de 51%”.

Evolução do hashrate do Dogecoin

Legenda: Evolução do hashrate do Dogecoin em toda a história da rede. Fonte: Coinwarz https://www.coinwarz.com/mining/dogecoin/hashrate-chart

Atualmente, a rede Dogecoin possui um poder de processamento de 688 TH/s (terahashes por segundo). Trata-se de um dos mais altos de toda a sua história, o que significa que, embora não seja infalível, é mais seguro do que nunca antes na sua história. Na verdade, o Dogecoin como rede nunca teve quedas significativas no seu sistema e também não sofreu hacks que colocassem em risco os fundos dos seus usuários.

O que respalda o Dogecoin?

Ao contrário de algumas criptomoedas que são respaldadas por moedas nacionais, matérias-primas ou até mesmo outros criptoativos, o dogecoin tem o seu respaldo na confiança dos seus usuários e dos que investem na criptomoeda.

Assim como o bitcoin, o valor do dogecoin como criptoativo é baseado, em primeiro lugar, na segurança e funcionalidade que os mineiros e nós dão à rede. Se o poder de processamento diminuísse ou se o nível de centralização aumentasse devido à falta de nós, a usabilidade da criptomoeda e a confiança nela diminuiriam. Certamente, seu valor seria afetado nesse cenário.

Por outro lado, se o dogecoin deixasse de ser usado por qualquer motivo e o interesse e a demanda na criptomoeda caíssem, sua cotação também cairia.

Para que serve o dogecoin?

No seu site oficial, o dogecoin é apresentado como “a criptomoeda das pessoas”. De acordo com essa descrição, é uma moeda digital para o comércio entre pares (P2P ou peer-to-peer).

O dogecoin tem até mesmo um manifesto, no qual expressa que é um “movimento cripto acidental que faz as pessoas sorrirem”. Entre suas características, o texto destaca algumas como a usabilidade, “com a utilidade acima da brilhantez técnica” e a confiabilidade “valorizando ser uma solução que funcione acima da velocidade”. Além disso, o projeto diz priorizar as pessoas acima dos ganhos econômicos e estar aberto a todos aqueles que desejam colaborar.

Onde posso gastar Dogecoin?

O dogecoin é usado principalmente para enviar dinheiro na internet de forma rápida, direta e com taxas muito baixas. Graças a essas características, costuma ser usado para dar gorjetas em plataformas da internet ou fazer doações a organizações de caridade, embora também haja

taxas para enviar dogecoin

Legenda: As taxas para enviar dogecoin são baixas e quase nunca ultrapassaram um dólar em toda a sua história. Fonte: Blockchair https://blockchair.com/dogecoin

Na época, também foi um ativo de investimento, devido à sua crescente popularidade. Seu preço subiu de forma exponencial em 2021, quando Elon Musk se interessou pela criptomoeda e, com suas declarações e ações, a colocou entre as mais populares do mercado.

Por que o dogecoin sobe: seu preço no mercado?

No mercado de criptomoedas, o dogecoin é identificado pelo ticker ou símbolo DOGE. Como a maioria das criptomoedas, o seu valor de mercado é determinado por fatores como os seguintes:

  • Oferta e demanda da criptomoeda.
  • Tendência geral do mercado, que é sempre liderada pelo bitcoin.
  • Novidades relacionadas ao projeto e seu desenvolvimento.

Quanto custava o dogecoin quando foi lançado?

Como se pode ver no gráfico abaixo, nos seus primeiros anos de vida (de 2013 até o final de 2020), sua cotação variou muito pouco, além de alguns sobressaltos esporádicos. Quase sempre esteve abaixo de um centavo de dólar nesse período. Especificamente, sua primeira cotação registrada foi de USD 0,00005..

Sua popularidade explodiu em 2021, após o anúncio de que a Tesla (fabricante de carros e propriedade de Elon Musk) aceitaria como meio de pagamento. Lá, seu valor se multiplicou e chegou a valer US$ 0,73 em 8 de maio desse ano.

Em 2022, com as criptomoedas vivendo um mercado baixista muito marcado, a cotação do DOGE foi afetada e tocou um fundo de US$ 0,05 em junho. Mesmo assim, a “criptomoeda meme” teve um leve aumento em novembro, quando se rumorou que Musk a implementaria no Twitter, rede social que havia adquirido há pouco tempo.

No fechamento desta nota, o dogecoin tem um preço de mercado de US$ 0,094. Enquanto isso, sua capitalização de mercado é de US$ 13.054 milhões, aproximadamente 2,5% da capitalização total do bitcoin, que ultrapassa US$ 444 bilhões. Esta cifra coloca-a como a nona com maior capitalização no mercado, o que significa que o dogecoin pertence ao seleto grupo das criptomoedas Top 10 no mundo.

Quantos dogecoin estão em circulação?

A principal diferença entre o dogecoin e o bitcoin está na sua emissão. A emissão do dogecoin não tem limite e são emitidos 10.000 DOGE a cada minuto, pois com esse valor a rede recompensa os mineradores que trabalham nela. No fechamento desta nota, existem 137.954.356.383 DOGE.

Enquanto isso, a oferta de bitcoin nunca ultrapassará os 21 milhões. Atualmente, são emitidos 6,25 BTC a cada 10 minutos. Esta quantidade é reduzida pela metade a cada quatro anos, em um processo chamado halving, o que garante que a emissão da criptomoeda continue até aproximadamente o ano 2140.

Quanto vale um dogecoin em reais?

No momento em que esta nota é escrita, o valor de mercado de cada unidade de dogecoin é de US$ 0,094. Isso significa que, se você quiser investir em dogecoin, cada criptomoeda terá um valor de R$ 0.31.

Agora, você deve ter em mente que se trata de um criptoativo volátil e que seu preço pode mudar rapidamente. Por exemplo, entre os dias 30 e 31 de janeiro de 2023, o DOGE teve uma variação positiva de 8,8% no seu preço.

Como investir em dogecoin?

Existem duas formas de investir em dogecoin. A primeira é comprando. Pode ser trocado por moedas nacionais de muitos países ou até mesmo por outras criptomoedas em plataformas que descreveremos mais adiante neste artigo.

O segundo método é “fabricar” dogecoin. Como foi descrito anteriormente, isso é feito através de equipamentos colocados à disposição da rede para processar suas operações. Se você quiser minerar Dogecoin, precisará adquirir equipamentos específicos para isso.

O que é necessário para minerar Dogecoin?

A rede Dogecoin adiciona novos blocos à sua cadeia a cada minuto. Os mineradores responsáveis ​​por validar as transações nesses blocos recebem uma recompensa de 10.000 DOGE por sua colaboração.

Essa retribuição pode ficar para um minerador sozinho ou ser distribuída entre todos os que participaram. Nesse sentido, existem os chamados pools de mineração, nos quais cada minerador contribui para somar o poder de computação junto a outros e, assim, melhorar seu desempenho e rentabilidade.

Para minerar Dogecoin, é necessário ter placas de vídeo (GPU) ou equipamentos específicos (denominados ASIC, sigla para “circuito integrado de aplicação específica”) dedicados a esse fim. Você também pode fazer isso com seu computador pessoal, mas você deve ter em mente que a demanda por recursos é muito grande e nem todas as máquinas podem suportá-lo.

Dogecoin usa o algoritmo Scrypt, o mesmo algoritmo usado por outras redes, como Litecoin. Isso significa que é possível minerar em ambas as redes simultaneamente.

Isso ajuda a tornar a mineração dessas criptomoedas lucrativa. Apesar da recompensa para os mineradores ser alta em Dogecoin e ser distribuída a cada minuto, o baixo preço da criptomoeda e os altos custos operacionais dos mineradores tornam isso nem sempre uma opção viável.

Como comprar e vender dogecoin

Dogecoin pode ser comprado em vários exchanges ou casas de câmbio de criptomoedas. Qualquer que seja o que você usar, é altamente provável que você tenha a chance de adquirir este criptoativo, seja em troca de outras criptomoedas ou com outros meios de pagamento, como transferências bancárias, cartões de crédito e débito e até dinheiro em espécie.

Na maioria dessas plataformas, você precisará fornecer seus dados pessoais para criar uma conta. Isso é assim porque as regulamentações dos países onde estão localizadas obrigam essas plataformas de comércio a cumprir as leis KYC (Know Your Customer ou “Conheça seu cliente”).

Há alguns exchanges que não obrigam o usuário a se registrar e validar sua identidade. Trata-se daqueles que facilitam o comércio entre pares (peer-to-peer ou P2P). Neste caso, a empresa simplesmente coloca o vendedor e o comprador em contato. Muitos possuem sistemas de reputação para os usuários, mas de qualquer forma, são menos seguros do que os exchanges tradicionais. Isso sim, você consegue mais privacidade ao operar neles.

Por último, uma opção menos segura de comercializar com privacidade é fazê-lo diretamente com outras pessoas através de redes sociais, aplicativos de mensagens ou pessoalmente. Novamente, é importante considerar que esses métodos nem sempre são seguros e você deve ter cuidado ao usá-los.

Como escolher uma carteira para dogecoin

Para armazenar seus DOGE de forma segura, o mais recomendável é não deixá-los no exchange ou na plataforma em que você os comprou, mas mover para sua própria carteira ou carteira.

Dessa forma, você evita delegar a custódia de seus criptoativos a um terceiro (a empresa) que os deixa à mercê do que eles determinam em seus termos e condições de uso. Para mostrar, basta um botão: quando o exchange americano FTX (o terceiro maior volume de comércio no mundo) quebrou em novembro de 2022, seus usuários perderam todos os criptoativos que tinham depositados lá.

Além de carteiras exclusivas como Dogecoin Core, existem muitas carteiras multimonedas que suportam dogecoin. Alguns deles são Exodus, Bitpay, Trust Wallet, Led

Como escolher a opção mais adequada?

Tudo dependerá do que você preferir:

  • Para celulares, computador ou hardware wallet.
  • Sistema operacional: Android ou iOS em celulares, Linux, Mac ou Windows em computadores.
  • Tipo de usuário: você é novo ou tem experiência com esse tipo de ferramentas tecnológicas?
  • Tipo de custódia: se você deseja armazenar as chaves privadas para acessar suas criptomoedas (self-custodial ou autocustódia) ou se prefere que um terceiro as administre por você (custodial). Neste último caso, você só acessa a carteira com uma senha, reconhecimento facial ou com sua impressão digital.
  • Outras características: algumas wallets adicionam recursos como autenticação de dois fatores, multifirma (para que vários usuários a compartilhem, como se fosse uma conta bancária) e código aberto, entre muitas outras.

Conclusão: o que se espera do dogecoin?

Com tecnologias tão “jovens” e com tanto caminho pela frente, é difícil prever o que pode acontecer com elas no futuro. Estão sujeitas a muitos fatores, como regulamentações, possíveis mudanças em seu protocolo e eventos que possam afetar o mercado, como aconteceu nos últimos anos com a pandemia ou com conflitos armados internacionais.

A curto prazo, pode-se dizer que o dogecoin conta com uma comunidade forte que o apoia e também espera por anúncios que podem ser cruciais em sua história. Por exemplo, há rumores de que ele pode ser usado como método de pagamento entre usuários na rede social Twitter, recentemente adquirida por Elon Musk. Apenas a especulação de que isso aconteceria fez com que a cotação da criptomoeda aumentasse 10% em apenas algumas horas.

Vale a pena investir em dogecoin?

A decisão de investir em dogecoin ou não dependerá exclusivamente de cada usuário. Ao fazê-lo, você deverá levar em consideração a quantidade de dinheiro que está disposto a investir e qual estratégia seguirá.

Por outro lado, você também terá que escolher qual método de compra é o mais adequado para você, ou se prefere investir em equipamentos de mineração para minerar Dogecoin (ou outra criptomoeda mais tarde).

Em suma, é um caminho em que você terá muitas decisões a tomar. O melhor nestes casos é não se deixar levar pela palavra de “gurus” ou “especialistas” e, como se diz na gíria do “mundo cripto”, DYOR, Do Your Own Research ou “Faça sua própria pesquisa”.

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