Trading de matérias primas
Como Investir em Terras Raras 2026: Ações, ETFs

Índice
Inteligência artificial, blockchain ou tratamentos de ponta em tecnologia na área da saúde, você sabia que tudo isso depende de uma série de elementos que, longe de estarem "na nuvem", estão sob o solo?
Falamos de uma série de elementos conhecidos como as terras raras, imprescindíveis para desenvolver a revolução tecnológica que estamos começando a viver.
No entanto, não é apenas abrir uma mina onde quer que estejam e pronto. Muito pelo contrário, existem diversos problemas tanto de viabilidade econômica dos projetos, como de certo grau de práticas monopolísticas por parte da China, que estão tornando seu acúmulo um verdadeiro tormento para muitas das empresas que estão na vanguarda no desenvolvimento do nosso futuro tecnológico.
E como já sabemos, onde há demanda junto com escassez, há uma oportunidade de investimento. Por isso, neste artigo, trago para você qual é a situação deste conjunto de materiais, porque é interessante, e como investir em terras raras de forma simples.
Como investir em terras raras?
Se existe tanta preocupação pela escassez desses elementos, e ao mesmo tempo, a China, que controla cerca de 70% da produção mundial e mais de 90% do refino global, pode nos fechar a torneira à vontade se a guerra comercial com Trump ficar tensa, talvez investir em empresas ou fundos dedicados à sua produção não seja uma má ideia. Mas, como isso é possível?
Terras raras acumulam +106% (REMX) desde Trump 2.0 com subsídios dos EUA, Serra Verde adquirida pela USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões e China alternando restrições e suspensões de exportação. IA, EVs e defesa militar sustentam demanda crescente até 2030. Guia atualizado: melhor ETF UCITS, Top 5 ações e como comprar via corretoras brasileiras.
Empresas de terras raras que estão na bolsa
Existem três empresas que se dedicam à extração e processamento de terras raras como atividade essencial de seu negócio com ações acessíveis a investidores brasileiros. A primeira é chinesa, a segunda é dos Estados Unidos, e a terceira australiana.
| Empresas | ISIN | Ticker | |||
|---|---|---|---|---|---|
| China Northern Rare Earth Group | 600011.SH | CNE000000T18 | |||
| MP Materials | MP | US5533681012 | |||
| Lynas Corp | LYC.AX | AU000000LYC6 |
| Empresas | ISIN | Ticker |
| China Northern Rare Earth Group | 600011.SH | CNE000000T18 |
| MP Materials | MP | US5533681012 |
| Lynas Corp | LYC.AX | AU000000LYC6 |
Vaneck Rare Earth and Strategic Metals UCITS ETF A
No entanto, se você busca exposição a um nicho tão particular como o de terras raras, mais do que fazer stock picking com empresas, uma ideia muito mais interessante poderia ser investir em algum ETF que replique o desempenho do setor.
Por isso, apresento como alternativa o VanEck Rare Earth and Strategic Metals UCITS ETF (REMX) com ISIN IE0002PG6CA6, o único fundo negociado UCITS que segue o MVIS Global Rare Earth/Strategic Metals Index, composto pelas maiores e mais líquidas empresas do setor de terras raras e metais estratégicos.
Com um TER de 0,59% ao ano, este ETF se posiciona como uma opção competitiva em termos de custos dentro de um segmento tão especializado.
O ETF inclui as empresas mencionadas acima atribuindo-lhes uma ponderação de 17%. Os demais componentes, embora possam ter linhas de negócios relacionadas às terras raras, não têm isso como core de seus negócios.
Peso total das 10 principais holdings: 58,94%
| Posição | Empresa | Peso (%) | |||
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | JE00BM9HZ112 | 8,80% | |||
| 2 | Albemarle Corp. | 7,28% | |||
| 3 | Sociedad Química y Minera de Chile SA | 6,96% | |||
| 4 | China Northern Rare Earth (Group) High-Tech Co., Ltd. | 6,52% | |||
| 5 | Lynas Rare Earths | 5,91% | |||
| 6 | Pilbara Minerals | 5,15% | |||
| 7 | MP Materials | 4,84% | |||
| 8 | Jinduicheng Molybdenum | 4,55% | |||
| 9 | Xiamen Tungsten Co., Ltd. | 4,47% | |||
| 10 | Ganfeng Lithium Group Co., Ltd. | 4,46% |
| Posição | Empresa | Peso (%) |
|---|---|---|
| 1 | JE00BM9HZ112 | 8,80% |
| 2 | Albemarle Corp. | 7,28% |
| 3 | Sociedad Química y Minera de Chile SA | 6,96% |
| 4 | China Northern Rare Earth (Group) High-Tech Co., Ltd. | 6,52% |
| 5 | Lynas Rare Earths | 5,91% |
| 6 | Pilbara Minerals | 5,15% |
| 7 | MP Materials | 4,84% |
| 8 | Jinduicheng Molybdenum | 4,55% |
| 9 | Xiamen Tungsten Co., Ltd. | 4,47% |
| 10 | Ganfeng Lithium Group Co., Ltd. | 4,46% |
Segue uma estratégia de réplica física, adquirindo diretamente todos os valores que compõem o índice, e os dividendos gerados pelas ações são reinvestidos no próprio fundo, permitindo que os investidores se beneficiem do crescimento composto a longo prazo.
Em termos de rentabilidade, após anos pressionado, o ETF acumulou +106% em 2025 impulsionado pela escalada geopolítica EUA-China e pelos subsídios americanos ao setor. Atenção: após essa forte valorização, o ETF negocia em múltiplos exigentes — o ponto de entrada importa mais do que no passado.

Top 5 ações do setor de terras raras para acompanhar
Diante da crescente importância das terras raras no cenário geopolítico e tecnológico global, listamos cinco empresas estratégicas para acompanhar. A seleção combina líderes internacionais e iniciativas relevantes no Brasil, oferecendo ao investidor uma visão prática de oportunidades e riscos neste setor altamente promissor.
👉 Terras raras: como montar uma carteira satélite
1. Lynas Rare Earths Limited (LYC.AX)

Lynas Rare Earths (LYC.AX), maior produtora fora da China, opera Mount Weld (Austrália) e a planta na Malásia com licença válida até 2026, o que mitiga risco regulatório no curto prazo. Os sinais operacionais melhoraram: produção +47% YoY no 2T25 e preço médio +42%, com as ações retomando máximas desde 2022. O setor foi amparado pelo acordo do DoD dos EUA com a MP Materials, que estabelece preço mínimo para NdPr, reforçando a reconstrução da cadeia fora da China.
Na estratégia, a Lynas avança para separar HRE (disprósio/térbio) na Malásia, constrói unidade de processamento nos EUA e avalia ativos no Brasil. Tese de investimento: produtora verticalizada com exposição a NdPr e HRE, vantagem geopolítica e apoio governamental, com riscos de volatilidade de preços, execução de projetos e dependência de permissões na Malásia.
Prós
- Liderança fora da China: maior produtora não-chinesa, peça central na diversificação geopolítica do setor.
- Expansão estratégica: novos projetos de terras raras pesadas e construção de planta nos EUA para atender mercados ocidentais.
- Demanda em alta: foco em elementos chave com procura crescente por ímãs em EVs e turbinas.
Contras
- Riscos regulatórios: operação dependente de licença na Malásia.
- Volatilidade de preços: receitas sensíveis aos ciclos de preços de ETR.
- Necessidade de investimento: planos de expansão exigem capital contínuo.
2. MP Materials Corp. (MP)

MP Materials (MP), operadora da mina Mountain Pass (Califórnia), está a migrar de exportadora de concentrado para player verticalizado. Em julho de 2025, o Departamento de Defesa dos EUA tornou-se o maior acionista com um aporte de US$ 400 milhões — o maior investimento de capital do Pentágono na história moderna — e instituiu um preço mínimo garantido de US$ 110/kg para NdPr, quase o dobro da referência chinesa, com contrato de compra de ímãs por 10 anos para defesa e uso comercial. Clientes âncora incluem Apple e GM.
Tese para investir: exposição a crescimento estrutural (VE/renováveis) com integração mina-a-ímã, contratos de longo prazo e apoio governamental direto que reduz risco de ciclo. Principais riscos: execução do ramp-up da planta de ímãs, dependência de políticas públicas e possíveis mudanças regulatórias.
Prós
- Única produtora nos EUA: ativo estratégico (Mountain Pass) que torna a empresa peça central da política industrial americana.
- Apoio governamental maciço: US$ 400 M do DoD + preço mínimo garantido de US$ 110/kg NdPr + contrato de compra de 10 anos.
- Integração vertical em andamento: produção própria de óxidos NdPr e ímãs NdFeB, aumentando margens e diversificando receita.
Contras
- Rampa e execução: desafio de entregar projetos de ímãs no prazo.
- Dependência de políticas públicas: a tese depende da continuidade dos subsídios e do ambiente geopolítico favorável.
- Concorrência de baixo custo: ímãs chineses dominam o mercado a preços menores; a MP depende do apelo "made in USA" e dos incentivos para competir.
3. American Rare Earths (ARRNF)

American Rare Earths (ARR/ARRNF) é uma junior pré-produtiva focada nos EUA, tendo como principal ativo Halleck Creek (Wyoming), um depósito de grande escala com 8,64 Mt de TREO em 2,64 bi t de recurso, dos quais ~26% são elementos magnéticos (Nd, Pr, Dy, Tb). O Scoping Study (fev/2025) apontou VPL (10%) de US$ 558 mi (base) e >US$ 1,1 bi (expandido). O projeto recebeu grant de US$ 7 mi de Wyoming e uma carta de interesse do Ex-Im Bank de até US$ 456 mi, com início de produção projetado para 2029.
Prós
- Reserva de classe mundial: projeto Halleck Creek com recurso gigante.
- Apoio e financiamento público: financiamento indicativo de US$ 456 M do Ex-Im Bank e apoio do estado de Wyoming.
- Posicionamento estratégico: projetos em solo americano com vantagem de licenciamento (terras estaduais).
Contras
- Empresa pré-operacional: sem receita, dependente de acesso a capital e sucesso exploratório.
- Incertezas técnicas: necessidade de desenvolver processo eficiente para minério de teor moderado.
- Baixa liquidez e diluição: junior de capital menor, sujeita a baixa liquidez e diluições frequentes.
4. Neo Performance Materials (NEO.TO)

Neo Performance Materials (TSX: NEO) é uma empresa de refino e fabricação de materiais de terras raras, posicionada no midstream (óxidos separados, ligas e ímãs). Opera a planta Silmet (Estônia), uma das poucas unidades de separação fora da Ásia, e está ampliando capacidade com uma fábrica de ímãs em Narva, visando montadoras ocidentais que aceitam prêmio por ímãs fora da China. Reportou EBITDA ajustado 2024 de US$ 64 mi (+73% a/a).
Prós
- Líder em refino ocidental: opera unidade na Estônia, atendendo clientes na Europa, Américas e Ásia fora da esfera chinesa.
- Foco em ímãs e materiais avançados: expansão de capacidade na Europa para suprir demanda de EVs localmente.
- Estratégia pró-ocidente: saiu de negócios na China para reduzir risco geopolítico.
Contras
- Exposição à economia global: resultados dependem da saúde da indústria eletrônica/automotiva global.
- Pressão da concorrência asiática: China pode baixar preços para manter market share, comprimindo margens.
- Risco de execução e capital: projetos de expansão requerem investimento significativo.
5. Serra Verde Group — atualização maio 2026

⚠️ Atualização crítica (maio 2026): O Grupo Serra Verde foi adquirido pela americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões. O governo dos EUA participou diretamente via DFC (US$ 565 M) como parte do "Project Vault", iniciativa de US$ 12 bilhões de Washington para formar estoques estratégicos. A operação chegou ao STF brasileiro, onde partidos políticos tentaram suspendê-la sem sucesso. O governo Lula não se opôs formalmente à venda e desistiu da criação da Terrabras (estatal de terras raras), focando num Conselho de Minerais Críticos ligado à Presidência.
A Serra Verde encerrou antecipadamente seus contratos com clientes chineses para 2026, redirecionando toda a produção para EUA, Europa, Japão e Canadá. Meta: 6.500 t/ano de TREO até 2027, apoiada por financiamento total de US$ 465 M da DFC. A única operação fora da Ásia a produzir comercialmente Nd, Pr, Dy e Tb passa a operar na órbita estratégica dos EUA.
Para o investidor: o acesso direto via bolsa continua inexistente. A tese de investimento passa pela eventual listagem da USA Rare Earth ou por ETFs que incluam a empresa no futuro. O debate sobre soberania mineral brasileira permanece em aberto.
Prós
- Pioneirismo no Brasil: única produtora de ETR em escala comercial fora da Ásia, aproveitando a segunda maior reserva mundial.
- Capital e demanda garantidos: US$ 465 M da DFC + contratos de offtake com Ocidente eliminam o risco de demanda no médio prazo.
- Expansão confirmada: meta de 6.500 t/ano de TREO até 2027, quase o dobro da capacidade inicial.
Contras
- Sem acesso via bolsa: investidor comum não tem acesso direto; depende de eventual IPO da USA Rare Earth.
- Centro de decisão nos EUA: com a aquisição, as decisões estratégicas de produção e preço passam a seguir a lógica americana, não a brasileira.
- Refino ainda externo: o produto (carbonato misto) precisa ser refinado fora do Brasil, mantendo o valor agregado fora do país.
O que são as Terras Raras e por que são chamadas assim?
As "terras raras" referem-se a um grupo de 17 elementos químicos que incluem os 15 tipos de materiais lantanídeos (lantânio, cério, praseodímio, neodímio, promécio, samário, európio, gadolínio, térbio, disprósio, hólmio, érbio, túlio, itérbio e lutécio), assim como o escândio e o ítrio.
Apesar do nome, e paradoxalmente, esses elementos não são particularmente "raros" em termos de abundância na crosta terrestre; no entanto, costumam ser encontrados dispersos e misturados com outros minerais, o que dificulta sua extração e encarece sua produção.

Sua importância reside nas propriedades físicas e químicas únicas que possuem, como alta condutividade magnética e eletrônica, bem como resistência à corrosão. Essas características os tornam componentes-chave para a fabricação de produtos de alta tecnologia, como por exemplo:
- Motores de veículos elétricos
- Turbinas eólicas
- Dispositivos eletrônicos (telefones, tablets, computadores)
- Sistemas de defesa e equipamentos militares
- Telas de televisão de alta definição e luzes LED
E claro, por sua crescente demanda na indústria tecnológica e energética, as terras raras são vistas como um ativo valioso e estratégico, gerando interessantes oportunidades de investimento.
E qual é o grande problema das terras raras que a China soube ler como ninguém?
Embora as terras raras estejam distribuídas por todo o mundo, extraí-las e processá-las não é um processo simples nem barato. Requer investimento considerável em infraestrutura, tecnologia e mão de obra especializada. E neste ponto, a China em meados dos anos 80 foi um dos primeiros países a compreender o valor estratégico desses elementos e, consequentemente, focou-se em desenvolver toda a cadeia de produção e refino.
O resultado é que, atualmente, a China domina cerca de 70% da produção mundial de terras raras e mais de 90% do refino global, controlando assim um recurso essencial para as indústrias tecnológicas e energéticas de grande parte do planeta.
Esta posição privilegiada da China no mercado global é reforçada pela própria economia de escala que desenvolveu nesta área. Ao ter iniciado uma atividade de investimento precoce e constante, conseguiu desenvolver uma cadeia de valor tremendamente eficiente na exploração e refino de terras raras, o que torna iniciar outros projetos tão intensivos em Capex em outras partes do mundo muito inviável do ponto de vista econômico.
E bem, se a tudo isso adicionarmos o atual contexto geopolítico cada vez mais orientado para a formação de "blocos" econômicos, a dependência das terras raras chinesas representa um risco para muitos países. As fricções comerciais poderiam encarecer ou restringir o acesso a esses materiais críticos, desestabilizando setores como a eletrônica, a fabricação de veículos elétricos e a indústria militar.
EUA aceleram, e a Europa… fica para trás
Se terras raras são tão essenciais para a indústria tecnológica e militar, o Ocidente não deveria estar subsidiando sua produção? A resposta é um misto de avanço e estagnação.
Nos EUA, desde o segundo mandato de Trump, houve uma reviravolta. Sob o argumento de "emergência energética", Washington começou a subsidiar a reativação do setor de forma agressiva: o Pentágono tornou-se acionista da MP Materials, lançou o "Project Vault" (US$ 12 bi para estoques estratégicos) e facilitou a aquisição da Serra Verde. Uma das ideias mais ousadas chegou a ser a compra da Groenlândia, já que a ilha abriga 43 dos 50 minerais considerados essenciais para a indústria americana.
A China, por sua vez, usou as terras raras como alavanca geopolítica: implementou restrições de exportação em outubro de 2025, mas as suspendeu até novembro de 2026 após o acordo comercial Trump-Xi. O gesto deixou claro que o controle chinês sobre a cadeia é a principal vulnerabilidade estratégica do Ocidente.
Enquanto isso, na Europa, os avanços são tímidos. Embora existam relatórios de viabilidade e projetos de prospecção, a burocracia e as preocupações ambientais acabam travando qualquer avanço significativo.
E o Brasil?
O Brasil possui a segunda maior reserva mundial de terras raras (~21 milhões de toneladas de óxidos), só atrás da China. A Serra Verde em Minaçu (GO) era a única operação fora da Ásia a produzir ETR em escala comercial — e foi vendida à USA Rare Earth em maio de 2026 por US$ 2,8 bilhões, com participação direta do governo americano.
O governo Lula desistiu da Terrabras (estatal de terras raras) e focou na criação de um Conselho de Minerais Críticos. Há 30 projetos de terras raras em desenvolvimento no Brasil, segundo a ANM, mas apenas um em operação comercial. O risco central: o Brasil pode se consolidar como exportador de matéria-prima sem capturar o valor agregado do refino e dos ímãs.
Por que terras raras estão em alta em 2026?
Catalisadores principais:
✅ Pentágono investe US$ 400 M na MP Materials + preço mínimo garantido NdPr
✅ Serra Verde adquirida pela USA Rare Earth por US$ 2,8 bi (Project Vault)
✅ China suspendeu restrições de exportação até nov. 2026 — mas pode renovar
✅ Serra Verde rompe contratos com China e redirige supply para Ocidente
✅ REMX acumula +106% em 2025
✅ Demanda EVs e defesa sustenta tese estrutural de longo prazo
China controla ~70% produção e 91% refino (AIE, 2025) → Ocidente paga prêmio significativo por supply fora da esfera chinesa. A restrição expira em novembro de 2026 — um dos principais fatores a monitorar no 2º semestre.
Melhor ETF Terras Raras 2026: VanEck REMX UCITS
VanEck Rare Earth/Strategic Metals UCITS ETF (ISIN: IE0002PG6CA6)
✅ Réplica física + dividendos reinvestidos
✅ TER 0,59% (melhor do segmento)
✅ +106% acumulado em 2025
✅ Top holdings: Lynas (5,9%), MP Materials (4,8%), Albemarle (7,3%)
⚠️ Atenção ao ponto de entrada: após a forte valorização de 2025, o ETF negocia em múltiplos exigentes. Avalie a alocação como posição satélite de 2%–6% do portfólio total.
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