Taxa Selic Hoje: Descubra a taxa atualizada

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Você já parou para pensar o que é a taxa Selic e como ela pode afetar seus investimentos? Neste artigo, falamos sobre esse importante indicador da economia brasileira e como ele impacta suas decisões financeiras. A Selic atual é de 14,25% ao ano, definida pelo Copom em 17/06/2026.
Pontos-chave
- Selic atual: 14,25% a.a. (Copom 17/06/2026).
- Definida pelo Copom a cada 45 dias.
- Controla inflação e custo do crédito.
- Próxima reunião: 05/08/2026.
Taxa Selic hoje: visão geral
- Importância da Selic: é crucial para a economia brasileira, influenciando da inflação aos juros em empréstimos e investimentos.
- Histórico da Selic: entenda como a Selic evoluiu e suas implicações econômicas.
- Impacto no crédito: como as variações afetam financiamentos e empréstimos.
- Investimentos: descubra estratégias para aproveitar mudanças na Selic, especialmente em títulos públicos.
- Caderneta de poupança: como a Selic atual impacta os rendimentos.
Histórico das taxas de juros no Brasil
A seguir, o histórico das taxas de juros no Brasil, refletindo as decisões do Banco Central em suas reuniões periódicas.
Tabela com histórico da Selic
Confira o histórico da Selic ao longo dos anos:
| Data | Período de Vigência | Meta Selic % A.A |
|---|---|---|
| 17/06/2026 | 18/06/2026 – | 14,25% |
| 18/05/2025 | 19/05/2025 – 17/06/2026 | 15% |
| 07/05/2025 | 07/05/2025 – 18/05/2025 | 14,75% |
| 19/03/2025 | 20/03/2025 – 07/05/2025 | 14,25% |
| 29/01/2025 | 30/01/2025 – 19/03/2025 | 13,25% |
| 11/12/2024 | 12/12/2024 – 29/01/2025 | 12,25% |
| 06/11/2024 | 07/11/2024 – 11/12/2024 | 11,25% |
| 18/09/2024 | 19/09/2024 – 06/11/2024 | 10,75% |
| 31/07/2024 | 01/08/2024 – 18/09/2024 | 10,50% |
| 08/05/2024 | 09/05/2024 – 19/06/2024 | 10,50% |
| 20/03/2024 | 21/03/2024 – 08/05/2024 | 10,75% |
| 31/01/2024 | 01/02/2024 – 20/03/2024 | 11,25% |
| 13/12/2023 | 14/12/2023 – 31/01/2024 | 11,75% |
| 01/11/2023 | 03/11/2023 – 13/12/2023 | 12,25% |
| 20/09/2023 | 21/09/2023 – 02/11/2023 | 12,75% |
| 02/08/2023 | 03/08/2023 – 20/09/2023 | 13,25% |
| 21/06/2023 | 22/06/2023 – 02/08/2023 | 13,75% |
| 07/12/2022 | 08/12/2022 – 21/06/2023 | 13,75% |
| 15/06/2022 | 17/06/2022 – 03/08/2022 | 13,25% |
| 02/02/2022 | 03/02/2022 – 16/03/2022 | 10,75% |
| 04/08/2021 | 05/08/2021 – 22/09/2021 | 5,25% |
| 05/05/2021 | 06/05/2021 – 16/06/2021 | 3,50% |
| 05/08/2020 | 06/08/2020 – 16/09/2020 | 2,00% |
Para um histórico completo dia a dia, consulte o site oficial do Banco Central do Brasil.
O que é a taxa Selic?
A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Serve de referência para todas as outras taxas de juros do mercado, influenciando o custo do dinheiro emprestado e investido. Em comparações internacionais de poder de compra, indicadores como o Índice Big Mac ajudam a contextualizar o efeito da Selic na competitividade brasileira.
Existem dois tipos de taxa Selic
- Selic Meta: definida pelo Copom como a referência para o sistema financeiro.
- Selic Over: calculada diariamente com base nas operações realizadas entre os bancos.
Como a taxa Selic é calculada?
Todos os dias, bancos emprestam dinheiro entre si por um dia usando títulos públicos como garantia. Essas transações são chamadas de operações compromissadas.
No fim do dia, a média desses empréstimos determina a Selic over, divulgada pelo Banco Central. Por exemplo, a Selic over atual ronda 14,25% ao ano. Os bancos estão emprestando dinheiro entre si a essa taxa média.
Quais fatores causam aumento ou redução da Selic?
- Inflação: a Selic é a principal ferramenta do BC para controlar a inflação. Inflação alta → Selic sobe; inflação baixa → Selic cai. Esse mecanismo opera via elasticidade da demanda: juros mais altos esfriam consumo, baixando preços.
- Política monetária: decisões do Copom são cruciais. A cada 45 dias, o Copom ajusta a Selic para controlar inflação, garantir estabilidade e fomentar crescimento.
- Câmbio: a variação cambial influencia a Selic. Desvalorização do real frente ao dólar → BC aumenta os juros para atrair capital estrangeiro.
- Crise econômica: em crise, o BC reduz a Selic para estimular o consumo (ex.: pandemia, Selic foi a 2% em 2020).
- Cenário político: incertezas políticas e fiscais geram desvalorização do real e pressão para aumento dos juros.
Importância da Taxa Selic na economia brasileira
A Selic é o coração da economia brasileira, impactando do controle da inflação aos juros em empréstimos e investimentos.
Taxa Selic e inflação: como a Selic controla os preços?
O controle da inflação no Brasil está ligado às decisões do Banco Central. A taxa de juros influencia empréstimos e financiamentos, impactando preços. Atualmente, o IPCA acumulado em 12 meses está em ~4,72% (IBGE, maio/2026).
Quando o BC eleva a Selic, o crédito fica mais caro para empresas e consumidores, reduzindo gastos e investimentos. Aumento dos juros do cartão de crédito e do cheque especial desestimula o consumo. Com demanda em queda, os preços tendem a baixar.
A influência da Selic na inflação não é imediata. Leva alguns meses até as medidas se refletirem nos preços. Outros fatores também afetam: câmbio e preços das commodities.
Taxa Selic e juros: impacto no crédito e financiamentos
A Selic determina os juros bancários. Quando a Selic sobe, bancos aumentam os juros dos financiamentos. Empréstimos ficam mais caros, desencorajando novos financiamentos.
Quando a Selic cai (como em 2018, a 6,5%), aumentou a concessão de crédito imobiliário, impulsionando o mercado de imóveis e a construção civil.
A dinâmica afeta crédito pessoal e financiamentos empresariais.
Como a Taxa Selic afeta o cidadão comum
- Juros do crédito: Selic sobe → empréstimos, financiamentos e cartões mais caros.
- Rendimentos da poupança: taxas mais altas geralmente melhoram rendimentos.
- Preços de bens e serviços: Selic impacta a inflação e o custo de vida.
- Financiamento de imóveis: juros menores facilitam crédito imobiliário.
- Endividamento: Selic mais baixa facilita renegociação de dívidas.
Influência da taxa Selic nos investimentos
Quando a Selic sobe, renda fixa fica mais atraente, com retornos melhores e risco menor. Quando a Selic cai, vale repensar a estratégia e considerar ações e ativos de maior risco. Para escolher entre opções de renda fixa, vale comparar LCI ou CDB e outras alternativas.
Investir em títulos públicos: como aproveitar a Selic
- Escolha o tipo de título: títulos pós-fixados atrelados à Selic para aproveitar a taxa.
- Diversificação: combine títulos Selic com outros para equilibrar risco e retorno.
- Liquidez: Tesouro Selic tem alta liquidez, ideal para curto prazo.
- Proteção contra inflação: títulos Selic protegem em cenários de alta da taxa.
- Acompanhamento: monitore reuniões do Copom para ajustar a carteira.
Como a taxa Selic afeta a caderneta de poupança
Com a Selic atual em 14,25% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR), regra válida quando a Selic está acima de 8,5%.
Por exemplo, com R$ 10.000 na poupança, em um mês você ganharia aproximadamente R$ 50,00 mais a TR. Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5%, a poupança rende 70% da Selic mais a TR. Acompanhar a Selic é essencial para maximizar os rendimentos.
Selic alta: como aproveitar o cenário?
Com a Selic em 14,25%, a renda fixa entrega o melhor retorno real em mais de uma década. Tesouro Selic, CDBs de bancos médios (com FGC) pagando acima de 100% do CDI e LCIs/LCAs isentas de IR são oportunidades concretas. Para horizonte curto e médio, vale travar parte da carteira nesses produtos.
Para horizonte longo (10+ anos), manter exposição em ações de qualidade e ETFs internacionais segue sendo essencial. Selic alta hoje é cíclica; quando o ciclo virar, a renda variável tende a se beneficiar do corte de juros e da retomada de prêmio de risco.
Perguntas Frequentes sobre a Taxa Selic
Fontes consultadas