ETFs
Historicamente, setembro combina dois fatores: a volatilidade internacional e as decisões de política monetária nos Estados Unidos e na Europa, que costumam marcar a direção dos fluxos globais. No Brasil, além disso, soma-se a incerteza cambial.
Nesta análise revisamos três ETFs destacados para setembro 2025: um ligado ao ouro, outro ao bitcoin e um terceiro centrado em automação e robótica. Avaliamos custos, liquidez, método de réplica e como podem ser incorporados a uma carteira local.
Em mercados como os atuais, dinâmicos e com eventos inesperados quase toda semana, atualizar a carteira de ETFs todos os meses torna-se algo indispensável. Fatores econômicos, políticos e sociais impactam diretamente no desempenho, e uma revisão regular permite ajustar a tempo e evitar contratempos.
O ouro continua sendo considerado um ativo de refúgio em momentos de volatilidade do mercado. O Invesco Physical Gold ETC (SGLD) replica o preço do metal com respaldo físico, o que o torna uma ferramenta transparente para se proteger frente à incerteza.
Ficha técnica do ETF:
No Brasil, o acesso a este ETF pode ser feito através das melhores corretoras internacionais.
O Bitcoin continua dividindo opiniões: alguns o veem como um ativo de altíssimo risco, outros como uma oportunidade única de diversificação. O Fidelity Physical Bitcoin ETP oferece exposição direta à criptomoeda com custódia institucional.
Ficha técnica do ETP:
Para um brasileiro, este ETP pode ser considerado como uma aposta tática de alto risco. O acesso direto geralmente requer uma corretora estrangeira.
O iShares Automation & Robotics UCITS ETF aponta para setores ligados à inteligência artificial, robótica e automação, três motores de crescimento da próxima década.
Ficha técnica do ETF:
Em conjunto, os três oferecem uma estratégia balanceada: proteção, inovação e crescimento:
Acessar ETFs internacionais através das melhores corretoras globais abre a porta para instrumentos sólidos e diversificados: o ouro como refúgio, o bitcoin como aposta disruptiva e a robótica como tendência de futuro. Com uma conta no exterior, qualquer investidor brasileiro pode dar o salto e montar um portfólio alinhado ao que acontece no mundo, sem ficar preso à conjuntura local.
Investir em produtos financeiros implica um certo nível de risco.